Freitas do Amaral, acordando para o governo onde se foi meter:
E explicou: «Os 25 acordaram para discutir a fundo a crise política criada pelo «não» francês e holandês - nos referendos à Constituição Europeia - e vão debater a questão em Bruxelas».
«Será tudo posto em causa, se é ou não possível continuar com as ratificações, e se há ou não alternativas. Tudo está em aberto», frisou.
Freitas do Amaral foi claro: «O que fiz foi iniciar um grande debate nacional. Portugal está com medo? Paralisado pelo choque? Eu apelo (...) para que se debatam ideias sobre a melhor solução para a Europa», afirmou.
«O governo tem de chegar a Bruxelas não com um tabu debaixo do braço, mas com muitas ideias e propostas», insistiu.
Para os mais críticos, disse: «Em vez de estranharem as minhas opiniões, deviam eles tê-las. Não estamos na época da «lei da rolha».
Sem comentários:
Enviar um comentário